Poesias

Confessionais            

Tristíssima Alma!

Tristíssima, qual soneto de Augusto!
Minh’alma encontra-se!
Longe do torpor do gozo e da adrenalina,
Sensuais, eróticas, sexuais!

Por ante-afrodisíaca alopatia,
Que suavemente conspira,
Ante à atmosfera cadente,
Ante à estrela encandescente que se apaga!

Não restando ao navegante,
Luzerna em guia, 
Ao açoite noctívago,

Das águas do mar, em primavera,
Que em tormentosas calmarias,
Desejam explodir em gozo!

Autor: Eduardo Gomes
Data: 31/03/2005


 
 

Categorias Poéticas:


Eduardo Gomes          Tel.: 55 - 71 - 98148.6350     Email: ebgomes11@hotmail.com