Poesias

Confessionais            

Versos Satânicos!

Sinto muito, eu sou preciso,

Se provares dos meus versos, saberás o que te digo.

Ser realista é o que preciso,

Para dizer tudo aquilo que não deve ser dito.

 

Sinto muito, por abalar tuas doces convicções,

Mas não me ouça, acredites em tudo que acreditas,

Pois não quero retirar do teu rosto, o teu sorriso.

Falo de realidades sombrias,

 

Retrato nos meus versos a fugacidade da vida,

Que entendo o abalo nos semblantes,

Daqueles que provam de tuas ríspidas palavras.

 

Desmascaro todos os mitos, escritos dos humanos,

Deus, vida eterna, sonhos primitivos, sábias ilusões,

Que nos remetem a suportarmos a grande dor de saber sermos finitos.

Autor: Eduardo Gomes
Data: 26/07/2001


 
 

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