Poesias

Confessionais            

Chuvas de Verão!

Passei por você como água nos rios.

Derramamos, juntinhos, prantos de alegria,

Vossiferamos, baixinho, lindas canções,

Experimentamos, na cama, o mais ardente tesão.

 

Gozamos, trepamos, fudemos até a redenção.

Sei que tu me chamas aos gritos

Sei que dilacerei teu espírito

Pois voei de ti pro infinito

 

Deixando-a sem amor, sem calor, sem ilusão.

Perdoe-me se puder, é o que te suplico,

Pois sendo nosso amor tão bonito,

 

Compreendamos a fugacidade das relações,

Que removem montanhas e se tornam perpétuas,

Mesmo que não passem de chuvas de verão. 

Autor: Eduardo Gomes
Data: 25/07/2001


 
 

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