Poesias

Poetas Assassinados            

Soneto para Elis!

Foi por tua arte

Foi por teu canto

Que nasceu por ti

O meu encanto.

 

Que hoje é pranto

Choro por ti

Vejo em teu manto!

O meu porvir.

 

Que pena, partis-te!

Que triste, não mais existes!

Que dor, sem teu calor.

 

Mais teu belo canto

O maior que existe

Seca meu pranto, não fico triste.

 

Autor: Eduardo Gomes
Data: 18/06/2001


 
 

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