Poesias

Culturais            

Soneto ao Café!

As ovelhinhas dos tempos passados

Que provavam de ti com alvoroço

Traduziam o sabor do pecado

Transcorriam eufóricas; teu gosto.

 

Delícia de todas as horas

Fervente é o calor do teu ser

Degustar que nas bocas enflora

Paladar, ardor e prazer.

 

Com fé é bom tomar-te café

Com teu cheiro inebria-se

E o teu paladar fagueiro

 

A todos que o provam contagia

Vertente de uma doce condição

Sabor que não deve a ninguém.

Autor: Eduardo Gomes
Data: 02/09/2002


 
 

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