Poesias

Poetas            

Sina

Nem Cristo resistiu ao tesão de uma morena

Tão bela, o nome dela é Madalena.

Foi Deus quem perverteu as messalinas

Mulher ser seu escravo é a minha sina.

 

Jesus mesmo na cruz comeu a heresia

Barrabás lá no cais estabeleceu a putaria.

Sansão perdeu a força por Dalila

Por Deus abra essas pernas minha morena.

 

O anticristo viveu contrito, sem comunhão!

O meu pão é o teu corpo e o meu conflito

Pelo delito de compactuar com a traição

 

Descomunhão entre a razão e o instinto.

O meu contento é o teu amor; doce ilusão...

De Vinícius, dos hospícios e de mim mesmo.

 

Autor: Eduardo Gomes
Data: 18/08/2001


 
 

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