Poesias

Politizadas            

Réquiem para o Baneb

“Nada é eterno nesta vida!”

Nem mesmo este posto de amizade e de trabalho.

O que hoje agoniza no calvário

Já foi um ápice do maquinário e tecnologia.

 

Por isso amigos, companheiros, tudo passa!

Resta a tristeza que remete à nostalgia.

Banco Baneb o tempo cede, o tempo caça!

A identidade que tivestes e a anatomia.

 

E nós; patrícios desta organização que desfalece...

Sentimos muito; a fugacidade do teu nome...

Que matou a fome e deu emprego a toda raça.

 

E hoje na praça resta uma massa que passa fome!

Fome de ti, saudade de ti e de todos os irmãos,

Que trabalharam no teu prédio, o tempo passa.      

Autor: Eduardo Gomes
Data: 06/09/2001


 
 

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