Poesias

Surrealistas            

Teu Gosto

Não sou das preferências o teu gosto,

Mas sinto-me exposto à tua predação...

Não faço meus versos nas entrelinhas,

Mulher fatídica tu és a própria destruição,

 

De quem ousa os teus olhos fitar,

De quem vibra com o teu olhar,

E estremece de dor,

Renegado por ti ao descaso...

 

Renegadas palavras d'amor

Ai se fosse um Titã; te condenaria,

À solidão que vendes e pregas...

 

Nestes olhos verdes de maresias,

Que varrem os portos dos navegantes,

Rigoletos dos teus prazeres.

  

Autor: Eduardo Gomes
Data: 05/09/2002


 
 

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