Poesias

Poetas            

Abstrair!

Como do nada partir?

Descrever algo que não vem

Como se a mente pudesse insistir

Num desejo que não lhe convém.

 

Quero escrever, penso!

Preciso abstrair

Delinear curvas sinuosas

Do matutar e de persistir

 

Forjando no toque do papel

Com minha caneta nervosa

Algo que diga algo

 

Algo que me permita o novo

O velho; velho também!

Sempre será bem vindo...

Autor: Eduardo Gomes
Data: 10/04/2003


 
 

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