Poesias

Surrealistas            

Água Mineral

Gélida, frígida, cortante,

Na boca, desconcertante,

Transforma-se na língua,

Em delícia, deleite, gozo!

 

Beber-te pura,

Ou ao sabor do gás,

Contamina a boca,

Com o ardor d’um gélido prazer!

 

Sabor ímpar! Indescritível...

D’uma pureza que elege a vida,

Néctar das lágrimas d’uma virgem...

 

Choro de Jesus por Madalena,

Descrevo-te em cena,

Bebendo-te Água Mineral!

Autor: Eduardo Gomes
Data: 08/03/2003


 
 

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