Poesias

Poetas Assassinados            

Certo ou Errado!

Na contramão do possível,

Sigo minha viagem errante,

Tola, utópica, chata, desconcertante,

Demagógica? Vitrificante? Petrificante?

 

Na mão do possível, concretizamos sonhos tão universais,

Quanto ao quantum do sabor da significância da vida!

Nas curvas, impossível não deleitar-ser,

Provando do que nos há de mais belo!

 

Tão insignificante para os frígidos assassinos, qual vidas!

Tão significante para os poetas emocionais!

Tão incompreendida pelos capitalistas homicidas!

Tão amada, pelos humanos, humanistas, poetas!

 

Mas a vitória que hora comemoramos,

Não é do bem contra o mal, paradigma inocentemente religioso!

A vitória que hora comemoramos,

 

É a do certo sobre o errado!

O paradigma mais cartesiano,

O paradigma ao qual jamais fugiremos de nossos compromissos!

Isto para a própria eternização de nossa espécie, poetas!

 

Autor: Eduardo Gomes
Data: 30/04/2005


 
 

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