Poesias

Poetas Assassinados            

Aos Poetas Assassinados de Todos os Tempos!

Não terão sido em vão vossas passagens pela vida,

A pederastia, hora é morta!

O amor ressurge com a força das flores,

Terríveis armadilhas,

 

Para os não consumidores, para os consumidos,

Quais vermes no banquete de sua própria essência!

Que já estão com a passagem marcada,

Acho que nem no inferno serão recebidos!

 

Ficarão condenados a vagar, solitários,

No vácuo do Universo enojado,

Presenciando o brilho das estrelas cadentes!

 

Ressurgir dos assassímios, que à tão belas estrelas,

Deram-lhe este nome e destino, de queda no firmamento!

Não compreendendo que as estrelas não estão de passagem,

Vivem a vagar observando o comportamento dos Astros,

Que se for equivocado, fenecem, apagam-se, morrem!     

 

As estrelas nascem e morrem como todos,

Mas são os objetos astronômicos mais vivos do Espaço Estelar!

São os seres que mais se doam e desejam evoluir em seus paradigmas!

Para tal só copulam com o Sol, Deus maior, pai de todos os Deuses, qual Lua e Saturno!

 

Decantando solidão, dor, tristezas, amores, saudades!

Desejando tais sentimentos para o Universo, forjando o amor nos corações!

Tendo um caso com um pequenino grão de areia, que imaginou coisas de amor ao ver Dalva nos céus, restando nos oceanos teus filhos, todas as estrelas do amar!

 

Autor: Eduardo Gomes
Data: 30/04/2005


 
 

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