Poesias

Casos Especiais            

Paula!

Sexta-feira à noite, boate Lê Zodiak!

Eu e o meu velho amigo e parceiro Serjão,

Entramos na boate, como sempre, subornando os seguranças posto que era uma casa privée!

 

Fomos ao bar que estava lotado!

Num canto do bar, uma linda jovem de óculos, Andréa, me observava!

Fiquei ligadão, mas achei-a farinha de mais para o meu caminhãozinho!

Não confiei no meu taco e não a abordei! Perdi um grande amor!

 

Na pista de dança estava, ela, Paula à dançar com um cara!

Eu na beirada da pista a observava!

Começamos a trocar olhares!

Mandei que ela fosse ao sanitário, trocamos telefones!

 

Começamos à namorar e ela era muito fogosa e gostosa, morena escultural de boceta magistral!

 

Ela morava no Vilage do Sol em Itapoã e lá fudíamos na rede, na sala na frente dos dois filhos, no quarto, nos motéis.

 

Nossa como fudíamos, trepávamos demais, mas como ela carregava dois filhos, descartei-a de cara do meu coração.

 

Comecei à namorar outra garota e a abandonei. Sei que ela não me perdoa até hoje, senti ódio, ressentimento e mágoa no seu olhar, qual mulher abandonada, quando nos encontramos anos depois.

 

Porquê tem que ser sempre assim, primeiro o amor e o encantamento e depois o ódio, o ressentimento e a mágoa, são o que resta!

Autor: Eduardo Gomes
Data: 01/05/2005


 
 

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